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Saúde e Desenvolvimento Humano

Estes dias vi um vídeo onde uma moça estava correndo na praia e caiu. Tinha mais duas pessoas próximas e outra filmando e continuaram como estavam, ou seja, filmando, olhando, arrumado o cabelo. Isso para não falar de vários outros vídeos que andam de “zap em zap” onde mostram pessoas em acidentes, em perigo, necessitando de ajuda, e outras filmando, tirando fotos, fazendo selfie. Estes acontecimentos passam despercebido a consciência porque ela está distraída com os flashes e curtidas, mas o nosso subconsciente capta a essência dos acontecimentos e vão aos poucos nos minando. Lá no subconsciente passamos a achar que a vida não tem sentido, que não tem finalidade, é apenas mais uma, é obra do acaso. E passamos a achar que tais atitudes e posturas que hoje vemos aos montes são comuns, são normais. Estamos com algum problema não acham? Mas o problema não é com a vida, não é com a pessoa que caiu, que está sofrendo, o problema é com você.

A humanidade está passando por mais um daqueles momentos de transição evolutiva, e em todos estes momentos de transição, sempre houveram conflitos, indignação, solidariedade, fazendo com que conseguíssemos questionar os acontecimentos e evoluíssemos de estágio. Atualmente o que preocupa, com a rapidez das mudanças e a fluidez dos conceitos, é que estão sendo colocados em “xeque” os valores morais e familiares, com a banalização dos fundamentos da lei universal. E as pessoas começam a se perder neste emaranhado de informações sem valores, e assim passamos a ter a sensação de que algo está errado com a gente, que não é este o lugar onde almejamos habitar, que não estamos no trabalho que sonhamos ter, que não são estes amigos ou amores que queremos conviver.

Em momentos de crise, e aqui falo de crise econômica, é mais nítido a falta da felicidade, pois nestes momentos não estamos sob o efeito do antidepressivo chamado consumismo, não estamos sob o efeito shopping, sob o efeito casas Bahia, não parcelamos nossa suposta felicidade. Quando estamos comprando, mesmo que seja em 24 ou 60 prestações, achamos estarmos felizes, somos enganados novamente pela matéria, esquecemos a finitude do ter e apostamos, ou melhor, gastamos todo nosso suor e sustento com a materialidade sem valor. Não estou falando aqui que não devemos comprar algo, ter uma bela casa, um carro, belas roupas, fazer viagens, não estou falando que ter dinheiro é ruim, muito pelo contrário. Mas antes de tudo devemos sedimentar os conceitos necessários para que nosso castelo não seja de areia, e na primeira brisa que a vida enviar ele se desfaça.

Devemos antes de tudo encontrar um sentido em um mundo que nos tira o sentido. Preparem-se, se encham conhecimento que lhes trarão sabedoria, e usem-na a seu favor, vocês estão aqui hoje porque escolheram e merecem essa chance, então sigam em frente firmes e sorridentes. A expansão da consciência nos aumenta as possibilidades de percorremos nosso caminho com uma visão mais ampla e não deixarmos que o excesso de distrações plantadas propositadamente, nos iluda neste mundo de pão e circo.

Exercício: pague suas prestações e comece uma vida nova.

Bração procêis.

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Samy Zenun
Autor

Olá, sou o Samy Zenun, médico, especialista em pessoas. Hoje tenho como missão ajudar as pessoas a melhorarem sua saúde e qualidade de vida. Acredito que com pequenas mudanças de hábito e atitudes, todas as pessoas podem melhorar sua saúde física e emocional. Deixe seu comentário e inscreva seu melhor e-mail para receber dicas sobre medicina, saúde, desenvolvimento humano, ciência e espiritualidade.

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